sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Netflix: usuários relatam contas canceladas que são reativadas por invasores

Você cancela a sua assinatura na Netflix e, meses depois, vê na fatura do cartão de crédito uma nova cobrança do serviço. Para encontrar uma explicação, você tenta acessar a sua antiga conta e descobre que os dados de login mudaram. Acredite, essa situação não é incomum.

Pelo menos é o que aponta um levantamento feito pela BBC. O programa 4 You & Yours do veículo encontrou relatos de usuários que tiveram suas contas na Netflix reativadas sem o devido consentimento.

O caso relatado na reportagem é o de Emily Keen: moradora de Oxford, na Inglaterra, ela cancelou a sua assinatura em abril de 2019 e, em setembro, se deparou com uma cobrança não autorizada em sua conta bancária. "Tentei entrar na minha conta [na Netflix], mas o sistema informou que meu e-mail e senha não foram reconhecidos", disse Keen.

Foto por Go to Thibault Penin's profile Thibault Penin/Unsplash

Não é difícil encontrar relatos parecidos em redes sociais ou em sites como o Reclame Aqui. É possível que essas pessoas sejam vítimas de técnicas de credential stuffing. Com elas, criminosos obtém dados de credenciais oriundos de algum vazamento e tentam usar essas informações para fazer login em diversos serviços.

No caso da Netflix, há um agravante: se o login funcionar, o invasor conseguirá reativar a conta acessada porque a plataforma mantém os dados do ex-assinante por dez meses, incluindo as informações de cobrança (como número de cartão de crédito).

Como cartada final, o invasor muda o e-mail e/ou a senha de login para evitar que o dono da conta consiga acessar o serviço e efetuar um novo cancelamento.

Para evitar esse tipo de problema, a recomendação é a de não usar a mesma senha em vários serviços — utilizar um gerenciador de senhas também é uma boa dica.

Mas, se já for tarde, a Netflix orienta o usuário a contatar imediatamente o seu suporte técnico. A empresa faz devolução de valores quando identifica atividades irregulares. Porém, pode ser necessário ter paciência para o problema ser resolvido: no caso de Emily Keen, outras duas cobranças indevidas foram feitas em sua conta, mesmo após ela ter procurado a Netflix.

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Samsung não vai atualizar Galaxy S8, S8+ nem Note 8 para Android 10

Esta semana, a Samsung divulgou seu cronograma de atualização para o Android 10 em Israel: o Galaxy S10 e Note 10 estão lá, é claro, assim como alguns modelos das linhas Galaxy A e Galaxy J. A empresa também publicou as listas de celulares que receberão o update na China, Índia e Filipinas, e todas têm algo em comum: o Galaxy S8, Galaxy S8+ e Galaxy Note 8 estão ausentes e não receberão a One UI 2.0.

Samsung Galaxy S8

Os cronogramas de atualização mudam de país para país porque a Samsung tem um portfólio diferente de celulares em cada lugar, e porque um mesmo aparelho tem mais de uma variante regional — por exemplo, o Galaxy S10 do Brasil (com processador Exynos) não é o mesmo da China (Snapdragon 855).

A lista do Android 10 para a Índia inclui alguns modelos que não estão presentes no cronograma de Israel, como o dobrável Galaxy Fold, Galaxy M10s, Galaxy M20, Galaxy M30, Galaxy M30s e Galaxy M40.

No entanto, nenhuma lista divulgada pelo Samsung Members inclui o Galaxy S8, S8+ nem o Note 8, indicando que eles permanecerão no Android 9 Pie — esse é o máximo de confirmação oficial que a empresa deve dar. Isso não é uma surpresa porque ela geralmente oferece só duas atualizações de versão para celulares high-end.

Samsung Galaxy S8 e Note 8 terão patches de segurança

Ainda assim, é sempre notável o contraste com a política de atualizações do Google Pixel, que é contemplado por três versões do Android. A primeira geração foi lançada em 2016 com Nougat 7.1 e agora está no Android 10; o Pixel 1 e Pixel XL só deixarão de receber patches de segurança em dezembro.

A Samsung ainda mantém o Galaxy S8, S8+, S8 Active e Note 8 na lista de celulares com atualizações mensais de segurança, mas avisa que ela "está sujeita a alterações à medida que o período de suporte regular expira".

O iPhone tem um período de suporte maior, recebendo atualizações do iOS por até 5 anos. No entanto, versões antigas raramente têm patches de segurança (só em casos muito graves), e podem não ser compatíveis com apps mais recentes.

Galaxy S8, S8+ e Note 8 terão atualizações mensais de segurança, de acordo com a Samsung:

Samsung

Com informações: Gizmochina.

Samsung não vai atualizar Galaxy S8, S8+ nem Note 8 para Android 10


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Vivo vende 1,9 mil torres de celular por R$ 641 milhões

A Vivo vendeu 1.909 torres de telefonia móvel para a Telxius, uma empresa de infraestrutura que gerencia torres para antenas de celular. O valor do negócio foi de R$ 641 milhões e precisa de aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Em comunicado ao mercado, a Vivo diz que a transação "tem como objetivo otimizar a alocação de capital da Companhia, gerando valor aos seus acionistas" e assegura a continuidade da prestação dos serviços de telefonia móvel. A Telxius passa a ser responsável por todos os alugueis e manutenções dos imóveis onde as torres estão localizadas.

O negócio foi firmado pouco tempo depois do anúncio do novo plano estratégico da Telefónica, que desistiu e venderá as operadoras dos países de língua espanhola da América Latina. A operadora espera arrecadar 2 bilhões de euros em receita adicional até 2022, e se concentrará nos negócios da Vivo no Brasil e das operadoras europeias, presentes na Alemanha, Espanha e Reino Unido.

A Telxius é uma empresa indiretamente controlada pela espanhola Telefónica, que também é dona da Vivo no Brasil. A companhia se posiciona como uma "fornecedora neutra", permitindo que outras operadoras utilizem suas torres para colocar antenas. Em 2019, cerca de 50% das novas torres construídas pela empresa foram feitas para operadoras concorrentes da Vivo.

82% das torres adquiridas estão localizadas em áreas urbanas, sendo que 52% delas se concentram nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Isso permitirá que a Telxius tenha mais relevância no futuro, principalmente com a chegada da tecnologia 5G, que exige mais antenas.

Ao todo, a empresa já adquiriu mais de 3.000 torres apenas no ano de 2019, somando um parque de 20.000 unidades em seis países. Já são mais de 1.000 projetos de construção e a taxa de ocupação atual de cada ativo da empresa é de 1,1x.

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Qualcomm e Ericsson pedem que Anatel não atrase leilão do 5G

O leilão de frequências para o 5G ainda está incerto, e as fornecedoras de equipamentos Ericsson e Qualcomm não estão felizes com isso. A Anatel inicialmente iria fazer a licitação em março do próximo ano, mas isso deve ser adiado para o quarto trimestre de 2020. As empresas disseram em audiência pública que o Brasil tem a chance de estar na vanguarda tecnológica ao instalar redes móveis de quinta geração.

5G e Qualcomm

Os atrasos do leilão são justificados por possíveis interferências com o sistema de TV aberta via satélite (TVRO). E Vicente Aquino, conselheiro da Anatel, propôs uma série de alterações para o edital:

  • algumas frequências não seriam vendidas em um bloco nacional, e sim em 14 regiões diferentes;
  • os espectros das faixas de 2,3 GHz, 3,5 GHz e 26 GHz seriam divididos em lotes de 10 MHz, e teriam que ser comprados pelas empresas interessadas em disputa de múltiplas rodadas ou em leilões combinatórios (CCA);
  • o espectro à venda na frequência de 26 GHz seria reduzido pela metade;
  • operadoras que arrematarem frequências terão que cumprir compromissos de cobertura, incluindo atendimento com 4G ou 5G em municípios com menos de 30 mil habitantes, rodovias e localidades que não contam hoje com serviço celular.

Como as mudanças são profundas, a Anatel fará uma consulta pública antes da licitação, e o conselheiro Emmanoel Campelo pediu vistas para diligências. Depois disso, a Anatel teria que fazer uma análise técnica e aguardar um parecer da Procuradoria Federal Especializada.

Estima-se que, caso a consulta pública seja aberta até dezembro deste ano, a conclusão ocorreria em fevereiro de 2020; depois disso, o edital ainda ficaria seis meses em avaliação pelo Tribunal de Contas da União.

Ericsson e Qualcomm querem que leilão não atrase

Durante uma audiência pública na Câmara dos Deputados, a Ericsson, fornecedora de equipamentos de redes para operadores, negou que o 5G traria interferências para as parabólicas. O representante da empresa disse que com o leilão em 2020, o Brasil teria a oportunidade de estar na vanguarda tecnológica, com apenas um ano de atraso do lançamento da tecnologia em relação aos Estados Unidos e Coreia do Sul.

No passado, a Ericsson elaborou um estudo afirmando que o governo deixará de arrecadar R$ 25 bilhões em impostos caso a licitação ocorra em 2021.

Já o presidente da Qualcomm, que fornece chips para celulares, pediu urgência e disse que o Brasil tem a chance de ser o primeiro país da América Latina a lançar a tecnologia, mas pode ser o último se tiver algum atraso.

Operadoras não têm pressa e se preocupam com gastos

O presidente da Vivo já afirmou que não se importa com um eventual atraso para o leilão de 5G se isso trouxer maior segurança aos investimentos. Ele diz que a proposta de Aquino, com blocos de 10 MHz, são insuficientes para o 5G, que precisa de uma frequência contínua e de pelo menos 80 MHz.

A Claro mantém um posicionamento similar ao da Vivo: o grupo do mexicano Carlos Slim não deve ampliar investimentos para a nova tecnologia em 2020 na América Latina, mas já está preparando o terreno para a chegada da tecnologia.

A TIM até tem pressa para o leilão de 5G, mas teme que a fragmentação da proposta de Aquino atraia investidores financeiros, que comprem espectro para depois revender mais caro para as operadoras.

A Oi não tem pressa nenhuma para que o leilão aconteça: a operadora enfrenta um processo de recuperação judicial e passa por uma delicada situação nas finanças, mas pretende utilizar a tecnologia para expandir a banda larga fixa de alta velocidade. A operadora também quer comprar a faixa de 700 MHz para 4G das sobras do leilão anterior.

Atualmente, várias operadoras brasileiras testam a tecnologia:

Até o momento, a Vivo não apresentou ao público nenhum teste com 5G.

Com informações: Agência Câmara.

Tecnocast 115 – Para que serve o 5G?

Muita gente ainda pensa que o 5G vai servir apenas para deixar a internet do celular mais rápida. Mas a nova rede deve mudar muita coisa, inclusive a internet fixa que chega hoje em nossas casas. Nesse episódio contamos tudo o que você precisa saber sobre o 5G. Dá o play e vem com a gente!

Qualcomm e Ericsson pedem que Anatel não atrase leilão do 5G


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Black Friday: Reclame Aqui acumula 59% mais queixas que no ano passado

A Black Friday está em andamento no Brasil e em outros países: por aqui, é possível aproveitar diversas promoções, mas não sem algumas dores de cabeça. O Reclame Aqui já recebeu 3,5 mil queixas sobre lojas físicas e online, especialmente Kabum, Saraiva e Americanas.com. As reclamações são, principalmente, por propaganda enganosa — a infame "Black Fraude" — e problemas na finalização da compra.

Compra online carteira shopping

O monitoramento do Reclame Aqui foi realizado entre as 11h de 27 de novembro até as 6h desta sexta-feira (29). Foram 3.538 reclamações sobre a Black Friday, aumento de 59% em relação ao mesmo período de 2018 (2.224 queixas).

Até o momento, estas são as 10 empresas que mais receberam queixas:

  • Kabum: 132 reclamações
  • Saraiva (física e online): 107 reclamações
  • Americanas.com: 98 reclamações
  • Adidas: 84 reclamações
  • Casas Bahia (online): 80 reclamações
  • Zee Dog: 80 reclamações
  • Netshoes: 66 reclamações
  • Magazine Luiza (online): 65 reclamações
  • Xtech Commerce: 65 reclamações
  • Lojas Renner: 59 reclamações

"Black Fraude" é principal queixa no Reclame Aqui

O principal motivo das reclamações é propaganda enganosa, correspondendo a 28,3% do total. É o clássico "tudo pela metade do dobro", em que o preço não recebe um desconto de verdade — trata-se apenas de uma maquiagem para a época da Black Friday.

Logo depois, vêm os problemas na finalização da compra (10,69%): o site não aguenta a demanda e deixa de processar alguns pedidos. Curiosamente, o atraso na entrega (9,3%) já está em terceiro lugar no ranking de reclamações: é que diversas lojas fizeram promoções pré-Black Friday e prometeram envio rápido — mas o produto ainda não chegou.

Os produtos que mais geraram reclamações são: celulares (8,5%); tênis (6,7%); componentes, peças e acessórios (4,7%); cartões de crédito (3,9%); e perfumes (3,7%).

A Fundação Procon-SP está fazendo plantão durante a Black Friday: o órgão atendeu consumidores na madrugada desta sexta-feira e mantém expediente das 7h às 20h. Como sempre, as empresas terão até dez dias para responder às reclamações.

Você teve algum problema ao comprar durante a Black Friday?

Black Friday: Reclame Aqui acumula 59% mais queixas que no ano passado


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WhatsApp sugere ao TSE regra eleitoral que proíbe mensagens em massa

Em audiência pública realizada durante a última quarta-feira (27) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o WhatsApp sugeriu um acréscimo para as regras de propaganda das eleições municipais de 2020: que o disparo de mensagens em massa por meio eletrônico seja proibido.

Atualmente, não existe regulamentação que trate especificamente de disparo em massa de mensagens para fins eleitorais. Punições sobre esse tipo de prática só são possíveis quando a atividade está relacionada a algum tipo de violação já prevista no regulamento, como compra de bases de dados com números de telefones de eleitores ou envio de mensagens para denigrir um candidato.

Mas, para o WhatsApp, a legislação tem que ser mais abrangente. Thiago Sombra, advogado que representa o serviço, recomendou que o artigo 34 da minuta de resolução, que proíbe propaganda eleitoral via telemarketing, seja expandido para coibir o disparo de mensagens em massa sob qualquer circunstância.

WhatsApp

“Nossa sugestão é que essa vedação se estenda a ferramentas que oferecem mensagens eletrônicas em massa, automatizadas ou em forma de spam”, disse Sombra.

Os termos de serviço do WhatsApp já proíbem que a plataforma seja usada para envio massivo de mensagens, mas, quando isso ocorre, a única punição viável é a suspensão das contas envolvidas — o WhatsApp afirma ter banido mais de 400 mil perfis durante as eleições de 2018 no Brasil.

O WhatsApp também vem adotando medidas para coibir o uso indevido de sua plataforma, como restringir o encaminhamento de mensagens para, no máximo, cinco conversas por vez.

Além disso, não faz muito tempo que o WhatsApp alertou que irá processar empresas que usarem o serviço para enviar mensagens em massa. É possível que a sugestão dada ao TSE venha daí: além de permitir que o próprio órgão atue de maneira mais incisiva contra essa prática, regras mais rígidas podem facilitar a adoção de medidas judiciais por parte do WhatsApp.

Essa e outras sugestões serão estudadas pelo TSE.

Com informações: Agência Brasil.

WhatsApp sugere ao TSE regra eleitoral que proíbe mensagens em massa


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Xiaomi Mi Note 10 e Motorola Razr dobrável passam por homologação na Anatel

Dois dos celulares mais interessantes anunciados este ano chegarão em breve ao Brasil: o Motorola Razr com tela dobrável está passando pela homologação da Anatel, assim como o Xiaomi Mi Note 10 Pro, cuja câmera quíntupla superou o iPhone 11 Pro Max nos testes do DxOMark. O Mi Note 10 também está sendo certificado pela agência reguladora para venda no país.

Xiaomi Mi CC9 Pro

Xiaomi Mi Note 10 e Note 10 Pro

A homologação desses três celulares foi descoberta por Cesar Cardoso do Pinguins Móveis, com números de modelo XT2000-2 (Razr), M1910F4G (Mi Note 10) e M1910F4S (Mi Note 10 Pro). Eles ainda não foram aprovados pela Anatel, mas já aparecem no autocompletar do sistema da agência, indicando que o processo está em andamento.

O Xiaomi Mi Note 10 e Mi Note 10 Pro são as versões internacionais do Mi CC9 Pro e Mi CC9 Pro Premium Edition. As diferenças entre o modelo padrão e Pro são pequenas, envolvendo apenas RAM, armazenamento e um elemento extra de lente na câmera de 108 megapixels.

No mais, eles são idênticos. Ou seja, você encontrará uma tela OLED de 6,47 polegadas com resolução Full-HD+ e leitor de digitais embutido; processador Snapdragon 730G; e bateria de 5.260 mAh com recarga rápida de 30 W (e carregador incluso na caixa).

O destaque fica para a câmera quíntupla na traseira. O sensor principal tem 108 megapixels e é feito pela Samsung. Temos também as câmeras ultrawide (ângulo de visão de 117 graus), telefoto (zoom híbrido de 10x), retrato e macro.

E, no espírito "Xiaomi bota Apple pra mamar", o Mi CC9 Pro Premium Edition — vendido fora da China como Mi Note 10 Pro — superou o iPhone 11 Pro Max nos testes do DxOMark, liderando o ranking com a mesma nota do Huawei Mate 30 Pro.

Anatel está homologando novo Motorola Razr

Motorola Razr (2019) - Celular dobrável

Se você ficou mais interessado no futurismo retrô do Motorola Razr, boa notícia: ele já está passando pela homologação da Anatel. A fabricante já havia confirmado que ele seria lançado no Brasil em janeiro de 2020, e a certificação na agência reguladora só reforça isso.

O Razr adota um design semelhante ao clássico V3 da década passada, desta vez com uma tela dobrável de 6,2 polegadas. Quando ele está fechado, você pode usar a tela secundária de 2,7 polegadas na parte externa.

Vale lembrar que a Anatel também homologou o Galaxy Fold duas vezes: a versão original e "extremamente frágil", segundo o iFixit; e a versão com melhorias para proteger a tela dobrável. Samsung e Motorola não revelam o preço desses smartphones no Brasil.

Xiaomi Mi Note 10 e Motorola Razr dobrável passam por homologação na Anatel


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