quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Chrome Canary ganha integração com o Bem-Estar Digital do Android

Quase seis meses se passaram desde que as primeiras informações sobre a chegada do Bem-Estar Digital (Digital Wellbeing) ao Chrome no Android Q surgiram. O recurso ainda não é oficial, mas, graças à última versão Canary do navegador, já podemos ter ideia de como essa integração vai funcionar.

Bem-Estar Digital

Para quem não está a par do assunto, o Bem-Estar Digital chegou com o Android 9 Pie e consiste em um recurso que mostra de maneira lúdica como está o uso dos aplicativos. A ideia é permitir que, tendo mais noção disso, você evite uso excessivo do celular.

A integração com o Chrome tem proposta similar: dar uma visão geral de como você está usando o navegador em seu smartphone ou tablet. As informações incluem os sites visitados recentemente e por quanto tempo você acessou cada um deles.

Bem-Estar Digital no Chrome

Bem-Estar Digital no Chrome (Imagens: Android Police)

Como essa função é integrada, é possível compartilhar as estatísticas do navegador com o Bem-Estar Digital do sistema operacional. E não se preocupe: os dados de navegação anônima não são incluídos nesse compartilhamento.

Pode-se ainda definir um limite de uso diário para cada site por meio de um temporizador. Você receberá alertas quando estiver prestes a atingir o limite e, assim que isso acontecer, a navegação será interrompida. A contagem de tempo é zerada à meia-noite.

Bem-Estar Digital do Android (Imagens: 9to5Google)

Bem-Estar Digital do Android (Imagens: 9to5Google)

Ao que tudo indica, essa funcionalidade só estará disponível no Chrome para o futuro Android Q. Já é possível conferir a novidade, mas, por enquanto, só no Chrome Canary (a versão mais instável do navegador e, via de regra, a primeira a testar novos recursos).

A expectativa é a de que o recurso seja liberado oficialmente no Chrome 78, a ser lançado no final de outubro.

O Chrome Canary para Android pode ser baixado na Google Play Store ou via APKMirror.

Com informações: Android Police, 9to5Google.

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Dona do Google supera Apple e se torna empresa com mais dinheiro em caixa

A Alphabet registrou um feito e tanto no segundo trimestre: superar a Apple e se tornar a empresa com mais dinheiro em caixa. Segundo o Financial Times, a controladora do Google possui US$ 117 bilhões em reservas, enquanto a Apple tem US$ 102 bilhões.

The Pancake of Heaven! / foto do Googleplex / onde fica a sede do google

O valor indica um ótimo desempenho da Alphabet, mas pode trazer problemas. Como aponta o próprio FT, os acionistas podem pressionar a empresa para ter acesso a parte do dinheiro em caixa por meio da recompra de ações ou por dividendos.

A informação de que há muito dinheiro em caixa pode levar a uma rigidez maior de reguladores. Nos últimos anos, o Google recebeu várias multas na União Europeia por violações de leis antitruste. A empresa também está sendo investigada nos Estados Unidos.

Desde 2017, a dona do Google aumentou sua reserva em US$ 20 bilhões. Segundo o Financial Times, o valor aumentou porque as recompras de ações têm sido pequenas. Nos últimos quatro anos, a empresa gastou, em média, US$ 1,7 bilhão por trimestre neste tipo de transação.

No mesmo intervalo, a Apple retirou US$ 61 bilhões de seu caixa. A companhia aproveitou as reformas fiscais do governo dos EUA que permitiram repatriar reservas que estavam no exterior, o que levou a mais pagamentos para seus investidores.

Com informações: The Verge, MacRumors.

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Galaxy Note 10 não terá entrada para fone e virá com adaptador USB-C

O Galaxy Note 10 e Galaxy Note 10+ serão revelados oficialmente na próxima quarta-feira (7) e os detalhes não param de vazar: desta vez, foi o adaptador USB-C que a Samsung incluirá com os celulares, dado que eles não terão entrada 3,5 mm para fone de ouvido. É algo que a empresa vem adotando cada vez mais em seus smartphones e tablets, seguindo o exemplo da Apple.

Samsung Galaxy Note 10 - adaptador para fone

Roland Quandt, que adiantou as especificações do Galaxy Note 10 e Note 10+, divulgou no Twitter as imagens do adaptador USB-C da Samsung. Ele disse anteriormente que os dois celulares terão, na caixa, fones de ouvido USB-C com cancelamento ativo de ruído.

Os rumores de que o Galaxy Note 10 não teria entrada para fone de ouvido circulavam desde o ano passado. Imagens vazadas por Steve Hemmerstoffer, conhecido como @OnLeaks, reforçaram essa suspeita.

Samsung lança celulares e tablets sem entrada para fone

A Samsung já lançou vários celulares sem entrada para fone, incluindo o Galaxy A60Galaxy A80 e Galaxy A8s. O tablet Galaxy Tab S5e também vem sem o conector, assim como o recém-anunciado Galaxy Tab S6.

Para a Samsung, a entrada para fone era um dos diferenciais em relação às outras marcas, especialmente nas linhas high-end. Este comercial do Galaxy Note 8 mostra como usar o iPhone pode se tornar complicado devido ao adaptador para fone. Além disso, para carregar a bateria e usar o fone, é preciso usar outro adaptador.

Remover a entrada para fone dá a oportunidade de atingir espessuras menores, incluir mais componentes dentro do celular, aumentar a capacidade da bateria — e vender fones de ouvido sem fio, como os Galaxy Buds e os AirPods.

De acordo com o GSM Arena, foram lançados 135 celulares e tablets sem entrada para fone desde 2017. Isso inclui o Xiaomi Mi 9, Huawei P30 Pro, Google Pixel 3, OnePlus 7, Moto Z3 Play e Sony Xperia 1. O conector de 3,5 mm não está presente nem mesmo no iPad Pro de 11 polegadas e de 12,9 polegadas lançados em 2018.

Ou seja, a Samsung está apenas embarcando em uma tendência que as outras principais fabricantes já adotaram. Eu não esperaria por um Galaxy S11 com entrada para fone, por exemplo.

Samsung Galaxy Note 10 - adaptador para fone

Com informações: SamMobile.

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MPF investiga falhas de segurança de operadoras em invasões de celulares

O método que teria sido usado para acessar contas no Telegram de diversas autoridades será centro de inquérito civil público do Ministério Público Federal em Brasília. O órgão pretende investigar possíveis falhas cometidas pelas operadoras.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, fala à imprensa na solenidade de entrega do Diploma de Mérito Coaf.

A Polícia Federal afirma que os suspeitos usaram VoIP para simular números de celulares usados pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, além de procuradores, juízes, delegados federais e jornalistas.

Em seguida, eles teriam “ligado para si próprios” via VoIP para acessar a caixa postal e ouvir o código de ativação do Telegram Web para cada número. Os invasores teriam usado a mesma estratégia para tentar invadir contas do presidente Jair Bolsonaro e do ministro da Economia, Paulo Guedes.

Esta vulnerabilidade será o principal alvo da investigação do MPF. A investigação, no entanto, pode ser mais ampla e levar à identificação de outras falhas. Ao TeleSíntese, o SindiTelebrasil, que representa as operadoras, afirmou que as empresas têm diretrizes voltadas à segurança dos dados de seus clientes.

“As prestadoras também alertam para importância de o cliente optar pelos padrões de segurança mais rigorosos”, diz o SindiTelebrasil. “As operadoras também informam que desativaram o serviço que permitia acessar a caixa postal ligando para o próprio número”.

A investigação do MPF avaliará ainda a atuação da Anatel para proteger a privacidade de consumidores. Ao G1, a agência informou que está colaborando com a Polícia Federal e empregando os instrumentos e equipes técnicas disponíveis. “Para garantir o necessário sigilo à operação, não serão divulgadas mais informações no presente momento”, afirmou a Anatel.

Após o suposto método usado na invasão ter sido revelado, as operadoras bloquearam chamadas de um aparelho para o seu próprio número. A medida foi tomada por determinação da própria Anatel como uma tentativa de acabar com a vulnerabilidade exposta pela investigação.

MPF investiga falhas de segurança de operadoras em invasões de celulares


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Mac Book recomenda Surface Laptop em comercial da Microsoft

A Microsoft encontrou um cara chamado Mackenzie “Mac” Book para fazer propaganda do Surface Laptop 2 e para compará-lo ao MacBook Air da Apple. Os dois notebooks têm modelos básicos com processador Intel Core i5 de oitava geração, 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento, mas o laptop da Microsoft se sai melhor em desempenho e duração de bateria.

O comercial da Microsoft diz que o Surface Laptop 2 tem bateria que dura mais tempo (com reprodução de vídeo local), é mais rápido que o MacBook Air (no GeekBench) e tem touchscreen, ao contrário do notebook da Apple. “Você deveria comprar um Surface; confie em mim, eu sou Mac Book”, diz o rapaz.

Nos EUA, o modelo mais recente do MacBook Air — lançado em julho — custa a partir de US$ 1.099. Ele tem processador Intel Core i5-8210Y de dois núcleos com frequência-base de 1,60 GHz e TurboBoost de 3,90 GHz.

Enquanto isso, o Surface Laptop 2 começa em US$ 999: o modelo básico traz o processador Core i5-8250U de quatro núcleos, com frequência-base de 1,60 GHz e TurboBoost de 3,40 GHz.

Não é surpresa que o notebook da Microsoft tenha um desempenho maior: ele atinge notas no GeekBench que variam entre 9.000 e 13.000 pontos; o MacBook Air chega a apenas 7.880 pontos, segundo o Laptop Mag.

Microsoft Surface Laptop 2 e Mac Book

Surface Laptop 2 tem maior autonomia que MacBook Air

A Microsoft testa a duração de bateria tocando um vídeo armazenado localmente, o que não é a melhor forma de avaliar a autonomia de um notebook. O Laptop Mag faz algo melhor: eles navegam na web através de Wi-Fi com brilho de tela em 150 nits. Aqui, o MacBook Air mais recente durou 8h51min, contra 9h22 do Surface Laptop 2.

O comercial também menciona a touchscreen do Surface Laptop 2; vale lembrar que esse notebook não gira em 360 graus, ou seja, não tem modo tablet. Por isso, a tela sensível ao toque não é tão útil quanto no Surface Pro com teclado destacável.

E, claro, nada disso adianta se você prefere o macOS; nesse caso, a Microsoft não tem como ajudar. No Brasil, o MacBook Air (2019) começa em R$ 9.699; o Surface Laptop 2 não é vendido oficialmente no país.

Mac Book recomenda Surface Laptop em comercial da Microsoft


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É oficial: Intel anuncia primeiros processadores Core de 10ª geração (Ice Lake)

Finalmente: a Intel anunciou nesta quinta-feira (1) os primeiros processadores Core de décima geração, os prometidos chips Ice Lake. Eles marcam a entrada da companhia no segmento de processadores de 10 nanômetros e, como esperado, são voltados a ultrabooks e laptops conversíveis.

Intel Core de décima geração

Essa primeira leva é composta por 11 novos chips Core i3, i5 e i7, sendo seis pertencentes à serie U e cinco à série Y (mais econômica no consumo de energia). São eles:

Intel Ice Lake

Repare no número antes do ‘G’: 0 indica a série Y; o 5 indica a série U

Toda nova geração traz promessa de mais desempenho. Aqui não é diferente. Mas, nos chips Ice Lake, a Intel destaca os recursos para inteligência artificial, como a compatibilidade com as instruções Deep Learning Boost e o Intel GNA (Gaussian & Neural Accelerator), mecanismo que trabalha em segundo plano em tarefas como processamento de voz e supressão de ruído.

Note que a nomenclatura mudou. Agora existe um sufixo com a letra ‘G’ seguida de um número. Essa informação tem relação com a capacidade gráfica do chip, mais precisamente, com a quantidade de Execution Units (EU) de cada modelo.

O sufixo G7 indica que a GPU integrada tem 64 EUs. Já os sufixos G4 e G1 correspondem a 48 e 32 EUs, respectivamente. O G1 também faz referência aos atuais gráficos Intel UHD. As novas GPUs Iris Plus estão presentes só nos modelos mais avançados.

Em uma comparação simplificada, as Execution Units estão para a Intel como as Compute Units estão para as GPUs Radeon, o que significa que, quanto maior o número, mais capacidade gráfica o chip tem.

Intel Ice Lake (wafer)

A parte gráfica é justamente um dos pontos destacados pela Intel. A companhia afirma que os processadores com GPU Iris Plus são baseados na arquitetura Intel Gen11 e têm até o dobro de desempenho na comparação com as gerações anteriores.

Eles podem rodar jogos em 1080p com fluidez ou vídeos em 4K com HDR, tudo isso sem elevar o consumo de energia. Além disso, a décima geração de chips Core traz suporte ao Vesa Adaptive Sync (padrão que sincroniza a taxa de atualização do monitor com a GPU) e ao codec H.265 (HEVC).

A Intel enfatiza ainda a compatibilidade nativa com o Thunderbolt 3 (até quatro portas) — padrão que trabalha com transferência de dados de até 40 Gb/s (gigabits por segundo) — e com o Wi-Fi 6 (Wi-Fi 802.11ax), sucessor do Wi-Fi 802.11ac (agora chamado de Wi-Fi 5). Espera-se que, com uma ajudinha dos chips Ice Lake, a adoção desses padrões pela indústria ganhe força.

Segundo a Intel, os primeiros laptops baseados nos processadores Core de décima geração devem ser lançados até o fim do ano. Entre eles estarão modelos de linhas como Dell XP e HP Envy.

É oficial: Intel anuncia primeiros processadores Core de 10ª geração (Ice Lake)


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Google testa Play Pass com assinatura de apps e jogos para Android

O Google Play Pass quer ser uma versão do Apple Arcade, mas para Android: trata-se de uma assinatura de US$ 4,99 mensais que oferece acesso a apps e jogos pagos como Stardew Valley, Monument Valley, Limbo, entre outros. A empresa confirmou que o serviço está em testes entre alguns usuários.

Google Play Pass

O Android Police recebeu confirmação do Google de que o Play Pass está sendo testado no momento; a empresa não revela mais detalhes, como a data de lançamento e os países em que ele estará disponível. O preço atualmente é de US$ 4,99 mensais, o que pode mudar no futuro; há também menção a um plano família.

Uma página de informações explica o serviço: “explore um catálogo selecionado que abrange jogos de quebra-cabeça, aplicativos premium de música e tudo mais. De jogos de ação a quebra-cabeças e monitores fitness, com o Google Play Pass você desbloqueia o acesso a centenas de apps e jogos premium sem anúncios, custos de download nem compras no aplicativo”.

Sim, o Play Pass promete desbloquear compras in-app que normalmente teriam um custo adicional. Ou seja, você provavelmente não terá que assinar o serviço e fazer mais pagamentos dentro do app.

Google Play Pass

Google dá destaque para jogos em assinatura Play Pass

O Google diz que o Play Pass inclui apps e jogos, mas o destaque certamente fica para os games. Nas capturas de tela, é possível ver Monument Valley, Life is Strange, Limbo, Stardew Valley, Terraria, Old Man’s Journey, Marvel Pinball, Mini Metro, Threes, Ticket to Ride, entre outros.

É uma estratégia semelhante ao Apple Arcade, que deve ser lançado no último trimestre de 2019. O serviço promete mais de 100 jogos exclusivos para iPhone, iPad, Mac e Apple TV; eles virão sem anúncios e sem compras in-app. Esta iniciativa tem o apoio de diversas produtoras, incluindo Konami, Sega, Lego, ustwo games (de Monument Valley) e Cartoon Network.

Você assinaria um serviço de apps e jogos para celular?

Google Play Pass

Com informações: Android Police.

Google testa Play Pass com assinatura de apps e jogos para Android


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