sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Xiaomi AirDots Pro 2 são homologados pela Anatel

O Xiaomi AirDots Pro 2 pode chegar às lojas brasileiras a qualquer instante: o fone de ouvido da Xiaomi, que lembra bastante o AirPods Pro, da Apple, já está autorizado pela Anatel para ser comercializado no país. Ainda assim, mesmo com a emissão do certificado de homologação da agência, não há previsão de data e preço de lançamento do wearable no Brasil.

Mi AirDots Pro 2

O fone sem fio de modelo MB40970 está certificado no país desde 29 de janeiro de 2020, como mostra Everton Fravetto, do Plantão Anatel. Segundo o certificado, a solicitação de homologação partiu da DL Eletrônicos, empresa brasileira que vem distribuindo produtos da Xiaomi no país oficialmente desde o primeiro semestre de 2019.

Demais informações referentes ao lançamento do AirDots Pro 2 – que pode vir a ser chamado de Mi True Wireless Earbuds 2 – ainda são um mistério. A expectativa é de que o wearable seja anunciado no país ainda nos próximos meses.

Certificado de homologação do Xiaomi AirDots Pro 2

Xiaomi AirDots Pro 2 tem cancelamento de ruído

O Xiaomi AirDots Pro 2 é um fone de ouvido totalmente sem fio da Xiaomi. Seu destaque fica pelo cancelamento de ruído, o que permite ouvir músicas com mais clareza sem o incômodo do barulho ambiente. Além disso, ele também chama a atenção pelo seu visual, bastante parecido com o AirPods Pro, da Apple.

O fone também traz alguns recursos inteligentes, como os sensores que pausam a música ao retirá-lo do ouvido. Ele também se conecta automaticamente com smartphones da Xiaomi logo assim que o usuário abre a caixinha, recurso que agiliza e facilita o processo de pareamento de dispositivos.

A ficha técnica fica completa com a conexão Bluetooth 5.0 e a bateria com promessa de 4h de reprodução contínua. O fone chegou ao comércio chinês em 27 de setembro de 2019 por 399 yuan (cerca de R$ 255 em conversão direta).

Vale lembrar que a primeira geração está disponível oficialmente no Brasil desde novembro de 2019. O preço lançamento do Xiaomi AirDots Pro – que é conhecido por aqui como Mi True Wireless Earbuds – é de R$ 386,90.

Com informações: Plantão Anatel e Gizmochina

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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Raspberry Pi 4 de 2 GB passa por redução permanente de preço

O Raspberry Pi foi lançado há oito anos e, para comemorar o aniversário, o Raspberry Pi 4 Model B vai ficar ainda mais barato: a versão com 2 GB de RAM, que custava US$ 45, agora sai por US$ 35 — mesmo valor do modelo com 1 GB de memória, que continuará à venda.

Raspberry Pi 4 Model B

Eben Upton, da Raspberry Pi Trading, explica no blog oficial que a empresa não conseguiu colocar a quantidade de memória que desejava no Raspberry Pi 4 mais barato. Por isso, ele foi lançado em 2019 nas versões de 1 GB, 2 GB e 4 GB de RAM.

O modelo de 1 GB "é um ótimo media player, servidor doméstico ou controlador incorporado", diz Upton, mas são necessários 2 GB para obter a melhor experiência de desktop. Felizmente, graças à queda nos preços da RAM, foi possível baixar o preço da variante de 2 GB para US$ 35. Esta é uma redução permanente.

O Pi 4 de 1 GB continuará a ser vendido por US$ 35 para clientes industriais e comerciais, "de acordo com nosso compromisso com o suporte de longo prazo", explica Upton. No entanto, a maioria dos usuários deve optar pela variante de 2 GB.

Enquanto isso, o Pi 4 de 4 GB segue custando US$ 55. Este é o único modelo vendido oficialmente no Brasil, com autorização da Anatel e da Raspberry Pi Foundation. É possível encontrá-lo no revendedor Filipeflop por R$ 464,90.

A primeira geração do Rapsberry Pi, pequeno computador em uma placa, chegou ao mercado em 29 de fevereiro de 2012; ele foi atualizado várias vezes desde então, vendendo mais de 30 milhões de unidades.

Raspberry Pi 4 Model B

Raspberry Pi 4 Model B - ficha técnica:

  • Processador: Broadcom BCM2711 quad-core (4x Cortex-A72 a 1,5 GHz) de 64 bits
  • Chip gráfico: VideoCore VI de 500 MHz, OpenGL ES 3.0, decodificação H.265 por hardware
  • RAM: 1 GB, 2 GB ou 4 GB LPDDR4
  • Armazenamento: entrada microSD com taxa de transferência máxima teórica de 50 Mb/s
  • Portas:
    • USB Type-C para energia (3A, 5V)
    • 2 portas micro-HDMI, duas telas 4K a 30 fps ou 4K a 60 fps + 1080p a 60 fps
    • 2 portas USB 3.0
    • 2 portas USB 2.0
    • 1 porta Gigabit Ethernet
    • 1 entrada de 3,5 mm para áudio e vídeo composto (via adaptador)
    • 1 conector GPIO de 40 pinos com suporte a interfaces I2C, SPI e UART
  • Conectividade: Wi-Fi 802.11b/g/n/ac dual-band (2,4 GHz e 5 GHz), Bluetooth 5.0
  • Dimensões: 88 x 58 x 19,5 mm; 46 g

Raspberry Pi 4 de 2 GB passa por redução permanente de preço


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Clearview AI, empresa de reconhecimento facial, revela vazamento de dados

A Clearview AI, que coletou bilhões de fotos de usuários do Facebook e do YouTube para desenvolver sua ferramenta de reconhecimento facial, já era bastante criticada por isso e conseguiu piorar a sua situação. A empresa informou que foi vítima de um vazamento de dados que revelou todos os seus clientes.

Clearview tem três bilhões de imagens para reconhecimento facial (Foto: Reprodução/CBS News)

Clearview tem três bilhões de imagens para reconhecimento facial (Foto: Reprodução/CBS News)

Segundo o The Daily Breast, a Clearview AI afirma que alguém obteve "acesso não autorizado" ao seu sistema. Além da lista completa de clientes, o invasor descobriu quantas pesquisas foram realizadas e quantas contas são mantidas por cada um deles.

Em janeiro, o New York Times revelou que a empresa oferece serviços para clientes ligados ao governo dos Estados Unidos, como o FBI e o Departamento de Segurança Interna. Ao todo, a companhia atende a mais de 600 agências de governo.

Em comunicado sobre o vazamento, a Clearview AI afirmou que seu sistema não foi comprometido e que não houve acesso às buscas específicas de seus clientes. O problema, segundo empresa, foi corrigido.

"Segurança é a principal prioridade da Clearview", afirmou Tor Ekeland, advogado da empresa em nota ao The Daily Beast. "Infelizmente, vazamentos de dados são parte da vida no século XXI. Nossos servidores nunca foram acessados. Corrigimos a falha e continuamos a trabalhar para fortalecer nossa segurança".

Aparentemente, as fotos e pesquisas feitas para investigações de agências de governo seguem protegidas. No entanto, as discussões em torno da legalidade e da segurança do produto oferecido pela Clearview AI voltam a ganhar força.

A empresa oferece um aplicativo para seus clientes compararem as imagens de suspeitos com as de um banco de dados. O serviço procura indicar como a pessoa se chama, onde mora, com quem trabalha e quem conhece, por exemplo.

As informações são coletadas com a ajuda de inteligência artificial a partir de perfis públicos de redes como Facebook, Instagram, Twitter e YouTube. O sistema da Clearview ainda obtém informações de serviços de pagamentos como Venmo e sites de emprego, de notícias e de educação.

Antes mesmo do vazamento, a Clearview AI precisava lidar com as reclamações de empresas. O Google, o Twitter, o Facebook e o Venmo pediram o fim da coleta de dados de seus usuários por entender que a prática viola seus termos de serviço.

A Clearview AI, por sua vez, diz que utiliza fotos disponíveis em páginas públicas. A empresa alega ainda que está protegida pela Primeira Emenda dos Estados Unidos, que garante o acesso a informações públicas.

Hoan Ton-That, CEO da Clearview (Foto: Reprodução/CBS News)

Hoan Ton-That, CEO da Clearview (Foto: Reprodução/CBS News)

Clearview AI quer operar no Brasil

Com o crescente escrutínio de outras empresas e de governos, a Clearview trabalha para oferecer os seus serviços em outros países. No início de fevereiro, o Buzzfeed News revelou que a empresa estudava uma "rápida expansão internacional".

O plano envolve pelo menos 22 países, incluindo o Brasil. A reportagem indica que a empresa também trabalha para conseguiur clientes na Itália, na Grécia, na Holanda, na Colômbia, nos Emirados Árabes Unidos e no Catar.

Ao Buzzfeed News, o CEO da Clearview AI, Hoan Ton-That se limitou a dizer que a empresa está focada em negócios nos Estados Unidos e no Canadá, mas não descartou operar em outras regiões. "Muitos países de todo o mundo manifestaram interesse na Clearview", afirmou.

Com informações: Mashable, The Next Web, CNET.

Clearview AI, empresa de reconhecimento facial, revela vazamento de dados


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Motorola e LG paralisam fábricas no Brasil por falta de peças

Já não é novidade que setores industriais em várias partes do mundo estão tendo dificuldades para produzir devido à propagação do coronavírus (Covid-19). O Brasil não é exceção: por aqui, Motorola e LG anunciaram férias coletivas recentemente porque não conseguem receber componentes chineses.

Fábrica da Foxconn em Jundiaí (Créditos: Fabiano Accorsi/VEJA)

A China espera que o surto de coronavírus (Covid-19) esteja sob controle até o fim de abril. Para tanto, várias medidas de contenção do vírus vêm sendo tomadas. Uma delas consiste no fechamento temporário ou diminuição do ritmo de produção de fábricas no país.

Serviços de transportes também foram total ou parcialmente paralisados. Algumas estradas foram bloqueadas ou têm acesso restrito. A soma de todos esses fatores reflete na produção de diversos itens: se as fábricas não produzem, não entregam. Quando conseguem entregar, é com atraso ou volume menor de itens.

As consequências são sentidas pelo menos desde o fim de janeiro por indústrias brasileiras. Um exemplo vem da Samsung, que fechou a sua fábrica em Campinas (SP) entre os dias 12 e 14 de fevereiro.

Na sequência, a Flextronics, que responde pela produção de dispositivos da Motorola, anunciou férias coletivas de 10 dias. A operação normal deveria ter sido retomada na quarta-feira (26), mas a suspensão foi prorrogada por mais dois dias. Para piorar, uma nova paralisação na Flextronics deverá ocorrer entre 9 e 28 de março.

motorola one macro costas

Situação semelhante na LG: a companhia irá paralisar a produção da sua fábrica em Taubaté (SP) também por dez dias, começando na próxima segunda-feira (2). O motivo é o mesmo em todos os casos: falta de componentes vindos da China.

Ainda não é possível calcular o prejuízo financeiro oriundo das linhas de produção paralisadas, mas a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) estima que 57% das fábricas associadas já enfrentam problemas de abastecimento como efeito indireto do coronavírus. Sindicatos temem que essa situação termine em demissões.

Procon-SP pede explicações

O Procon-SP já está de olho no problema. Em nota emitida nesta quinta-feira (27), o órgão informa que notificou as empresas Huawei, Lenovo, LG, Panasonic, Samsung, Semp Toshiba e Sony para que expliquem como estão lidando com o problema dos materiais provenientes da China.

A entidade quer descobrir se a situação pode afetar serviços de reparo, por exemplo. As empresas notificadas têm 72 horas a partir de hoje para responder.

Com informações: Folha de S.Paulo, Agência Brasil.

Motorola e LG paralisam fábricas no Brasil por falta de peças


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Spotify muda interface no celular e adiciona botão Shuffle Play

O Spotify divulgou hoje (27) que está alterando o visual da interface gráfica do app que disponibiliza para iPhones. As alterações estão focadas em três pilares principais: um novo botão de reprodução aleatória (shuffle), novo visual para os botões de like e download, além de um banho de loja na lista de músicas dentro de várias áreas do app.

spotify tecnoblog

A maior mudança, principalmente para quem não é assinante do serviço de streaming de músicas, está no botão de reprodução aleatória. Ele deixa de ter um formato de cilindro e agora é o botão play, só que com as duas setas que simbolizam o shuffle em vários players do mercado. O Spotify diz que este visual ajuda na hora de encontrar o botão de play com mais facilidade - eu acho que vai confundir a reprodução tradicional com a aleatória.

spotify novo botao shuffle

O segundo ponto vai mais aparecer para quem assinar algum plano Premium e está na linha de botões que ficam dentro do player, que mostra a música que está tocando no momento. Com a novidade, os botões de curtir, play e download estarão em uma linha e agrupados na parte inferior da tela - atualmente todos eles ficam espalhados pela interface. O botão de download agora é o mesmo que é utilizado na parte de podcasts.

barra de icones

Por fim, todas as listas que aparecem com os nomes das músicas, com exceção da lista de canções dentro da página de um álbum, trarão um ícone que exibe a capa do disco. Além disso, as músicas que já foram curtidas pelo usuário estarão destacadas com um pequeno coração depois do nome.

rolagem spotify novo app

Por enquanto todas as alterações são exclusivas para quem tem um iPhone, iPad ou iPod Touch, mas o Spotify diz que o novo visual chegará ao Android em breve.

Com informações: Spotify.

Spotify muda interface no celular e adiciona botão Shuffle Play


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WhatsApp chega a 99% dos celulares no Brasil; Telegram cresce

O WhatsApp está instalado no smartphone de 99% dos brasileiros, e 93% usam o aplicativo todo dia. Uma pesquisa sobre mensageria móvel no Brasil também revela que o Telegram chega a 27% dos celulares no país, dobrando a presença no último ano. O Facebook Messenger vem perdendo força enquanto o Instagram cresce.

Foto por Microsiervos Geek Crew/Flickr

90% dos brasileiros usam o WhatsApp para enviar mensagens de texto, e 81% se comunicam por áudio, segundo a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box. 67% utilizam a chamada de voz, enquanto 50% publicam e visualizam stories através do WhatsApp Status.

O domínio do WhatsApp é notável, a ponto de se tornar um problema: 24% dos usuários dizem que passam mais tempo do que deveriam no aplicativo, e isso atrapalha o dia deles.

A pesquisa também perguntou se os usuários do WhatsApp gostariam de realizar pagamentos e transferências de dinheiro através do app; 61% responderam que sim. A plataforma WhatsApp Payments deve ser lançada no Brasil ainda em 2020.

WhatsApp e Telegram

Enquanto isso, o Facebook Messenger vem perdendo força. A base instalada aumentou nos últimos seis meses, mas a proporção de usuários que abrem o app todo dia, ou quase todo dia, caiu de 66% para 59% no mesmo período. O envio de mensagens sofreu queda, enquanto o percentual de quem publica stories saltou de 23% para 37%.

Quanto ao Instagram, 76% dos brasileiros usam o aplicativo. As atividades mais populares são a postagem de fotos (84% do total) e publicação de stories (69%). A troca de mensagens pelo Direct chega a 58% da base de usuários, enquanto a publicação de vídeos no IGTV representa apenas 18%.

Telegram amplia base de usuários

O Telegram, por sua vez, reforçou a presença no Brasil: ele estava instalado em 13% dos smartphones brasileiros em janeiro de 2019, e foi para 27% este ano. No entanto, a proporção de usuários que abrem o app todo dia, ou quase todo dia, caiu de 61% para 53% em seis meses. (Entre os usuários de WhatsApp, essa proporção é de 98%.)

A pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box está disponível na íntegra aqui. Ela foi realizada com 2.072 brasileiros de idade igual ou superior a 16 anos, que acessam a internet e possuem celular. Para ter validade estatística, foram respeitadas as proporções de gênero, idade, renda mensal e distribuição geográfica. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

Frequência de uso Todo dia Quase todo dia Algumas vezes por semana Algumas vezes por mês Quase nunca Nunca
WhatsApp 93% 5% 1,5% 0,5% 0% 0%
Facebook Messenger 37% 22% 20% 10% 10% 1%
Instagram 64% 18% 11% 4% 3% 0%
Telegram 29% 24% 21% 10% 13% 3%

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Plague Inc, jogo que simula pandemia, é banido na China

O jogo Plague Inc para iPhone e iPad foi banido na China: esta versão foi removida da App Store porque "inclui conteúdo ilegal", segundo o governo. O objetivo do app, que foi lançado em 2012, é fazer com que uma doença se espalhe no mundo inteiro. A desenvolvedora britânica Ndemic Creations não sabe ao certo se isso está relacionado ao surto de coronavírus. A versão Plague Inc: Evolved também não está disponível no país para Xbox One e PS4.

Plague Inc

A Apple removeu Plague Inc da App Store porque ele "inclui conteúdo ilegal na China, conforme determinado pela Administração do Ciberespaço da China". O jogo continua disponível na loja de outros países, incluindo o Brasil, onde ele custa R$ 1,90. Enquanto isso, o link da loja chinesa exibe uma mensagem de erro.

"Não está claro para nós se essa remoção está vinculada ao atual surto de coronavírus que a China está enfrentando", diz a Ndemic Creations em comunicado. Ela afirma que está "trabalhando duro para tentar encontrar uma maneira de colocar o jogo de volta nas mãos dos jogadores chineses — não queremos desistir de vocês".

No entanto, a empresa lembra que a situação "está completamente fora de nosso controle". Ela sugere que os usuários entrem em contato com a Administração do Ciberespaço para cobrar uma solução. O jogo tem 130 milhões de usuários e é um dos apps pagos mais populares na China há anos.

Xbox One e PS4 não têm Plague Inc: Evolved na China

Plague Inc está disponível para Android na Play Store, mas os serviços do Google são banidos na China. Ele também pode ser baixado na Microsoft Store chinesa para Windows e Windows Phone (RIP), mas não é atualizado há anos.

Há uma versão chamada Plague Inc: Evolved, disponível no Steam para Windows, macOS e Linux; e para os consoles Xbox One, PlayStation 4 e Nintendo Switch em suas respectivas lojas.

A Ndemic não menciona se essa versão foi banida na China, mas a Microsoft Store local diz que o jogo para Xbox One "não está disponível no momento". Plague Inc: Evolved também não pode ser encontrado na PS Store chinesa.

A desenvolvedora afirma que Plague Inc "incentiva os jogadores a pensar e aprender mais sobre sérios problemas de saúde pública", e sua importância educacional é reconhecida por órgãos como o CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) dos EUA.

No jogo, o usuário seleciona um patógeno e define estratégias para transmitir a doença e combater ações de governos e cientistas que tentam impedir o contágio. Segundo a Ndemic, a popularidade de Plague Inc sempre aumenta quando há um surto e alguma doença; no caso do coronavírus, não foi diferente.

Ainda assim, a empresa lembra que ele "é um jogo, não um modelo científico, e o atual surto de coronavírus é uma situação muito real que está impactando um grande número de pessoas". Por isso, ela recomenda obter informações a partir das autoridades de saúde.

Plague Inc, jogo que simula pandemia, é banido na China


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