terça-feira, 1 de outubro de 2019

Brasil perde R$ 25 bilhões em impostos com atraso do leilão de 5G, diz Ericsson

O leilão do 5G deveria acontecer em março de 2020, mas possíveis interferências com o serviço de TV via satélite podem adiar o evento. A Ericsson, fornecedora de equipamentos de redes móveis, afirma que, caso a licitação atrase para 2021, o governo brasileiro deixará de arrecadar R$ 25 bilhões em impostos.

Samsung Galaxy S10 5G

O número foi divulgado em um estudo com projeções de receita e investimentos das operadoras brasileiras para a tecnologia 5G. O documento aponta que o adiamento do leilão atrasaria a adoção do 5G no Brasil e causaria queda na receita das operadoras por conta do alto custo do espectro.

Ao Telesíntese, o diretor de relações governamentais da Ericsson, Tiago Machado, diz que o argumento de não convivência entre 5G e parabólicas é uma “falácia”, e que seria “irresponsabilidade” a migração das parabólicas para a banda Ku. O processo de migração tem custo estimado entre R$ 3 e 10 bilhões, e o executivo aponta que as operadoras já pagaram R$ 2,7 bilhões durante a digitalização da TV aberta para a chegada do 4G em 700 MHz.

Ainda assim, Machado tem esperanças de que o leilão do 5G ocorra no primeiro semestre de 2020, apontando uma “virada de chave” para o mercado de telecomunicações e para a economia brasileira.

Operadoras sem pressa

No exterior, as empresas já estão iniciando suas operações em 5G. A experiência com as redes de ondas milimétricas não tem sido boa: embora a velocidade seja altíssima, a cobertura é falha ao ponto de a rede cair para 4G ao atravessar a rua, mesmo estando de frente para a antena. Por esse motivo, as operadoras brasileiras observam a nova tecnologia com cautela.

No passado, a Claro afirmou que quer ser a primeira operadora a oferecer 5G, mas apenas em locais específicos onde se justifique a tecnologia, tanto do ponto de vista de uso como do retorno do investimento.

Já a Vivo teme que o 5G não seja rentável o suficiente para ser implementado no Brasil, uma vez que se trata de uma rede complexa e que exige um número de antenas muito maior. A TIM é a única operadora que manifestou sinais de pressa para que o leilão ocorra o quanto antes, mas espera que a licitação aconteça em 2020 para que entrem em operação em 2021.

A Oi, que enfrenta uma crise financeira, tem sofrido especulações a respeito de uma possível venda do braço móvel. Na divulgação do plano estratégico para o triênio 2019-2021, a operadora não mostrou muito foco no serviço celular e afirma que quer ser a “provedora” da infraestrutura para o 5G no Brasil através da sua extensa rede de fibra óptica.

Tecnocast 115 – Para que serve o 5G?

Muita gente ainda pensa que o 5G vai servir apenas para deixar a internet do celular mais rápida. Mas a nova rede deve mudar muita coisa, inclusive a internet fixa que chega hoje em nossas casas. Nesse episódio contamos tudo o que você precisa saber sobre o 5G. Dá o play e vem com a gente!

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Uber permitirá gravar áudio se você desconfiar de algo na corrida

A Uber está testando um novo recurso de segurança para ajudar os usuários que se sentirem em perigo durante uma corrida. Além das opções de ligar para a polícia e compartilhar o itinerário com alguém de confiança, o aplicativo permitirá fazer gravações de áudio.

Uber testa gravação de áudio em corridas

Uma imagem publicada por Jane Manchun Wong, desenvolvedora que costuma antecipar novidades de vários aplicativos, sugere que o material será enviado à equipe de segurança da empresa. “Grave áudio para enviar à Uber se você estiver desconfortável em sua viagem”, indica o recurso.

O recurso seria voltado para passageiros, mas ainda não está claro se os motoristas teriam algo parecido à sua disposição. Também há dúvidas sobre a disponibilidade da ferramenta, já que algumas regiões do mundo exigem que gravações de áudio tenham o consentimento de todas as pessoas envolvidas.

A solução deverá se juntar a outras que já começaram a ser liberadas para os usuários. Recentemente, a Uber criou um recurso que usa sensores dos smartphones para detectar paradas inesperadas. O serviço também adotou um código de segurança para autenticar as corridas.

Apesar dos esforços, alguns funcionários afirmam que a empresa os orienta a não informar autoridades sobre crimes que acontecem nas viagens. Segundo o Washington Post, que ouviu alguns trabalhadores, a ordem é agir primeiro pelos interesses da empresa e depois pela segurança do passageiro ou do motorista.

Com informações: The Verge.

Uber permitirá gravar áudio se você desconfiar de algo na corrida


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Gabriel Medina é bicampeão mundial de surfe

Brasil, país tropical e de litorais deslumbrantes, é a casa do fenômeno Gabriel Medina. Durante sua infância e adolescência, o surfista colecionou prêmios nacionais e internacionais e, desde pequeno, já falava em ser uma grande estrela da modalidade. Até que, em 2014, veio o reconhecimento: Medina se tornou o primeiro brasileiro a conquistar um mundial de surfe. Quatro anos depois, superou competidores famosos e bateu seus próprios números, conquistando o bicampeonato mundial.

O Mundial de Surfe

Organizado pela WSL (siga em inglês para Liga Mundial de Surfe), o Circuito Mundial de Surfe é o maior torneio do esporte. Dividido em 11 etapas, que ocorrem entre março e dezembro, o campeonato passa por nove países (Austrália, Brasil, Fiji, África do Sul, Taiti, EUA, França, Portugal e Havaí) e funciona em esquema de pontos corridos. Cada etapa é distribuída em partes eliminatórias: 1ª fase, repescagem, 3ª e 4ª fases, repescagem, quartas de final, semifinais e final.

O conjunto de critérios levado em consideração pela bancada é extenso e exigente. A cada bateria, que dura entre 30 e 40 minutos, os cinco juízes analisam as manobras e a condição do mar e das ondas e dão suas notas – de 0 a 10 –, para o grau de empenho e dificuldade, o nível de periculosidade, a inovação, as combinações e variedades, a velocidade, a potência e a fluidez.

No fim da temporada, os surfistas que figuraram entre os 22 melhores se juntam aos top 10 da Divisão de Acesso (QS) mais dois atletas que sofreram lesão durante o ano, compondo a lista dos 34 membros da divisão de elite mundial. 

O surfe do Brasil no mundo?

Segundo estudo realizado pela ISA (International Surfing Association), há em torno de 23 milhões de praticantes de surfe espalhados por todo o mundo. E o Brasil é o primeiro do ranking, com 3 milhões de surfistas, seguido pelos Estados Unidos (2.8 milhões) e a Austrália (1.7 milhões).

Uma informação bastante curiosa é que, na época, as pranchas eram chamadas de tábuas havaianas, mediam 3,60 metros e chegavam a pesar até 80 quilos! O esporte chegou em terras brasileiras por meio de turistas e funcionários de companhias aéreas e foi praticado de maneira mais intensa em Santos (SP), ainda na década de 1930. Os primeiros nomes a se destacarem por aqui foram os irmãos americanos Thomas Ernest Rittscher Júnior e Margot Rittscher e a dupla Osmar Gonçalves e João Roberto Suplicy Hafers.

Nos anos 1950, a modalidade chegou às águas cariocas e, a partir de então, popularizou-se em todo o país. O surfe sempre foi forte por aqui, mas passou a ganhar mais visibilidade internacional com o surgimento de nomes como Medina, Jadson, Mineirinho e Caio.

Gabriel Medina

Ganhou competições como Airwalk Lacanau Pro Junior (2011), Quiksilver Pro France (2011), Rip Curl Pro Search (2011), Nike Lowers Pro (2012) e Mundial Pro Júnior (2013). Foi o primeiro brasileiro a conquistar o mundial de surfe e o único brasileiro bicampeão mundial. Alcançou dois recordes em sua carreira: segundo surfista a realizar o back flip (mortal de costas) e primeiro a realizar a manobra em uma etapa oficial (WCT).

Jadson André

Nascido em Natal (RN) e morador do Guarujá (SP), Jadson começou a surfar com 10 anos de idade e obteve uma carreira expressiva no esporte. Foi campeão do Santa Catarina Pro, do Mundial Júnior, do WQS 6*prime e do WCT Brasil. No Circuito Mundial WQS, já alcançou a terceira posição.

Adriano de Souza – Mineirinho

Nascido no litoral paulista, Adriano destacou-se rapidamente entre os melhores surfistas do país e foi o segundo brasileiro a conquistar o mundial de surfe. A lista de conquistas é grande: primeiro surfista brasileiro a ficar em 1° lugar no WCT e liderar o ranking mundial do esporte; mais jovem campeão de uma competição profissional, recordista de pontos no WQS, primeiro campeão da WSL, entre outras.

Caio Ibelli

Do Guarujá para as famosas ondas do Havaí. Caio Ibelli sempre foi uma promessa do surfe brasileiro. Mas onde ele conseguiu mesmo mostrar seu potencial foi nas belas praias havaianas. Conhecido por pegar grandes ondas, o surfista ganhou um título em torneios da WQS, foi campeão do WQS de 2015 e conseguiu se classificar para o ASP World Tour em 2016.

O surfista mais famoso do Brasil: Gabriel Medina

Nascido em São Sebastião (SP), Medina cresceu com a praia de Maresias como seu quintal e teve muito apoio da mãe e do padrasto – que é seu treinador – para seguir o sonho de ser profissional no esporte. O esforço deu certo! O jovem surfista já acumula prêmios e recordes e começou a temporada 2019 a todo vapor, ao lado dos compatriotas Ítalo Ferreira e Filipe Toledo.

A idade do campeão

25 anos (completará 26 em 22 de dezembro)

Quanto ganha?

Segundo o site Stab, Medina foi o segundo no top 10 dos surfistas mais bem pagos do mundo em 2018. Ele recebeu US$ 3.523.200,00 entre salário e premiações.

A namorada de Gabriel Medina

No momento, aparentemente, o surfista não está em nenhum relacionamento sério. Mas já assumiu namoro com a surfista e amiga de infância, Tayna Hanada, e a atriz Bruna Griphao. Já se envolveu também com a cantora Anitta.

Gabriel Medina um influencer no Instagram

O surfista possui uma conta verificada no Instagram com quase 8 milhões de seguidores!

Medina já sabia, desde criança, do seu potencial e onde queria chegar. Todos os títulos e prêmios que recebeu ao longo da carreira só confirmaram a sua genialidade na água. Mas sua pouca idade nos mostra que ainda veremos muitas conquistas desse paulista, não só no Brasil, mas no mundo!

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Netflix testa episódios gratuitos de séries para atrair assinantes

Todo novo assinante da Netflix pode experimentar o serviço por 30 dias sem pagar nada. Essa é uma ótima maneira de atrair usuários para a plataforma, mesmo assim, a companhia vem testando outra estratégia: liberar acesso gratuito a determinados episódios de séries.

Foto por Go to Thibault Penin's profile Thibault Penin/Unsplash

Essa ideia foi colocada em prática recentemente na Índia como forma de divulgar a série Bard of Blood. Também indiana, essa produção foi disponibilizada no acervo da Netflix na semana passada.

Emraan Hashmi, ator que protagoniza a série, chegou a divulgar nas redes sociais que o primeiro episódio de Bard of Blood está disponível para qualquer pessoa (na Índia) sem necessidade de assinatura:

Não é a primeira vez que a Netflix recorre a essa jogada: recentemente, a companhia também liberou o primeiro episódio da série espanhola Elite no México e Colômbia. Em ambos os países, a produção tem feito bastante sucesso.

Questionada sobre a estratégia, a empresa disse em nota que experimenta diferentes meios de aproximar as pessoas de grandes histórias e que não descarta a possibilidade de repetir a abordagem com outras séries e filmes.

Embora a Netflix não tenha revelado as suas intenções explicitamente, é óbvio que o objetivo da companhia com a estratégia é um só: conquistar mais assinantes — se o usuário gostar da série, vai assinar o serviço para assistir aos demais episódios.

Bard of Blood

Bard of Blood

Na Índia, essa ideia pode ter resultados mais expressivos porque, no país, a Netflix oferece um plano que funciona apenas no celular e custa o equivalente a R$ 11 por mês. Você sabe, um valor baixo também é um ótimo chamariz.

Há boas chances de que a Netflix repita a ideia dos episódios gratuitos em outros países, afinal, em tempos de concorrência acirrada — Apple TV+ e Disney+ estão vindo aí —, o conteúdo exclusivo acaba sendo a principal arma da plataforma para atrair assinantes.

Se é assim, convém explorar maneiras de expor usuários em potencial a essas produções — amostras grátis existem porque funcionam.

Com informações: The Next Web.

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Google Chrome vai criptografar DNS e as operadoras não estão felizes

O Google Chrome já possui suporte experimental ao DNS-over-HTTPS (DoH), um recurso que criptografa as solicitações de DNS para aumentar sua privacidade. A partir da versão 78, com lançamento previsto para o final de outubro, a tecnologia será ativada por padrão para mais usuários. Isso é bom, mas as operadoras não estão nada felizes.

Google Chrome

Como você sabe, o DNS traduz números IP para endereços de sites. Assim, em vez de teclar 104.25.134.33 no seu navegador, basta digitar tecnoblog.net e pronto, você entrou no seu site preferido de tecnologia. Para que essa mágica aconteça, o seu navegador consulta um servidor de DNS para descobrir qual endereço pertence a qual IP. E essas requisições são feitas normalmente em texto puro.

Com o DNS-over-HTTPS, as requisições passam a ser realizadas por meio de uma conexão criptografada, evitando que terceiros analisem seu tráfego e descubram quais sites você está acessando. Por “terceiros”, entenda: nem seu provedor de internet conseguiria mais ter acesso fácil ao seu histórico de navegação.

Operadoras teriam menos acesso a dados de navegação de usuários

O Ars Technica notou que as grandes operadoras, incluindo uma associação com membros como AT&T, Telefônica e Verizon, enviaram uma carta ao congresso americano alertando que a prática do Google poderia “interferir em larga escala em funções críticas da internet, bem como causar problemas com competição de dados”.

Na carta, as operadoras alegam que o Google está querendo centralizar as requisições de DNS em vez de espalhá-las nas centenas de servidores disponíveis na internet — como os que são gerenciados pelas próprias operadoras.

DNS

“Ao se interpor entre os provedores de DNS e os usuários do Chrome (mais de 60% de participação mundial) e Android (mais de 80% de participação mundial de sistemas operacionais móveis), o Google ganhará maior controle sobre os dados dos usuários nas redes e dispositivos em todo o mundo. Isso poderia inibir os concorrentes e possivelmente barrar a competição na publicidade e em outros setores”, diz a carta.

O Google se defende informando que não tem planos de centralizar as requisições de DNS, nem alterar os servidores de DNS dos usuários para o famoso 8.8.8.8/8.8.4.4. Na verdade, o Chrome 78 só ativará a nova tecnologia se a pessoa já estiver com um DNS compatível com o DoH — a lista inclui nomes como Google (obviamente), Cloudflare, OpenDNS e Quad9, serviço da IBM focado em segurança.

OpenDNS

Curiosamente, a carta das operadoras não faz nenhuma referência à Mozilla, que tem participação de mercado bem menor, mas planeja uma mudança muito mais agressiva. No futuro, não importa qual o servidor de DNS configurado pelo usuário: o Firefox gradativamente alternará para o Cloudflare, que suporta o DoH. ¯\_(ツ)_/¯

A grande verdade é que o DoH tira parte do controle das operadoras, que podem analisar o tráfego de DNS para oferecer recursos como controles parentais e bloquear certos sites por aí, mas também fazer mineração de dados para lucrar com informações de navegação de seus clientes.

Os usuários que mantiverem o DNS padrão da operadora (não seja essa pessoa) continuariam fornecendo dados — basta que ela suporte criptografia e analise a navegação em seus próprios servidores. Mas quem trocar para um Cloudflare ou Google (e que hoje faz requisições sem nenhuma criptografia) passará a deixar bem menos rastros com o DNS-over-HTTPS.

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Caixa lança aplicativo para apostas online na Mega-Sena e outras loterias

Um ano depois de lançar um site oficial para apostas na Loteria, a Caixa Econômica Federal anunciou um aplicativo para o mesmo fim. O app Loterias Caixa, como é chamado, já está disponível para iOS e será liberado para Android em breve.

Loterias da Caixa

O novo aplicativo dá acesso a todas as modalidades de apostas da Loteria, exceto a Loteria Federal. São elas: Mega-Sena, Lotofácil, Quina, Lotomania, Timemania, Dupla Sena, Loteca, Lotogol e Dia de Sorte.

Os preços são os mesmos praticados nas casas lotéricas, no entanto, cada transação feita no aplicativo precisa ter valor mínimo de R$ 30, o que significa que o apostador deve jogar em vários concursos de uma vez ou fazer apostas com mais números para atingir essa quantia.

Já o valor máximo com que cada jogador pode apostar é de R$ 500 por dia. O pagamento dever ser feito com cartão de crédito.

Ao fazer suas apostas, o jogador pode escolher os próprios números ou permitir que o sistema escolha as dezenas (surpresinha). Também é possível salvar apostas já realizadas para repetí-las em jogos futuros.

Aplicativo Loterias Caixa

As apostas podem ser feitas 24 horas por dia, mas sempre respeitarão o horário limite de cada concurso: se o jogador fizer a sua aposta depois do horário máximo de um jogo em determinada data, a sua aposta valerá para a rodada seguinte, obviamente.

É possível ainda usar o aplicativo para consultar resultados de concursos ou conferir se uma aposta feita em casa lotérica foi premiada — basta ler o código de barras do bilhete com a câmera do smartphone.

Para utilizar o Loterias Caixa, é preciso ter 18 anos ou mais. Ao fazer cadastro, é necessário informe nome completo, CPF, data de nascimento e senha. Se o usuário já tiver cadastro na Caixa Econômica Federal, poderá utilizar esses dados para login no aplicativo.

Caixa lança aplicativo para apostas online na Mega-Sena e outras loterias


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WhatsApp testa mensagens que se autodestroem

Uma nova versão de testes do WhatsApp traz um recurso conhecido de outros aplicativos: será possível enviar mensagens que se autodestroem depois de um determinado período de tempo. A novidade pode ser útil para mandar informações mais sensíveis para um contato.

WhatsApp (Imagem: Pexels)

Quem descobriu o recurso nesta terça-feira (1º) foi o WABetaInfo, na versão 2.19.275 do WhatsApp para Android, que já começou a ser distribuída aos testadores. Como a função ainda está em desenvolvimento, é provável que ela não apareça para você, mesmo estando com a última versão instalada.

É possível notar alguns traços do recurso nas configurações de grupos. Por padrão, a opção “Mensagens autodestrutivas” fica desligada, mas é possível selecionar um tempo de 5 segundos ou 1 hora para que a mensagem expire e não possa mais ser visualizada por ninguém.

WhatsApp / Mensagens autodestrutivas

“Depois de ativar esta opção, qualquer mensagem será automaticamente removida e não haverá resquícios no chat sobre mensagens excluídas”, diz o WABetaInfo. Por enquanto, as mensagens autodestrutivas surgiram apenas nas configurações de grupo, mas o site nota que é bastante provável que elas também estejam disponíveis para conversas particulares.

O recurso está em fase inicial de desenvolvimento e ainda não há previsão oficial para que ele chegue a todos. A área de comentários está reservada para os usuários do Telegram.

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